Transparência, Equidade e Inovação na Saúde

Uma nova plataforma de Gestão em Regulação. A Core Saúde MG é uma ferramenta da Central de Operações para Regulação Estadual que organiza e qualifica o acesso a consultas, exames e procedimentos em Minas Gerais. Com fila única, monitoramento em tempo real e integração aos sistemas nacionais, a Core Saúde MG assegura um atendimento mais ágil, transparente e justo para toda a população.

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Pacientes em cuidado

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Documentos e protocolos da Regulação

Consulte resoluções, diretrizes e protocolos oficiais de forma rápida, organizada e sempre atualizada.

Regulação 4.0: mais eficiência, menosdesigualdade

A Regulação 4.0 moderniza o acesso à saúde no SUS por meio de tecnologia e gestão baseada em dados.

Com a Core Saúde MG, é possível monitorar demandas em tempo real, acompanhar indicadores automaticamente, padronizar fluxos assistenciais e apoiar decisões com dados confiáveis, garantindo mais agilidade no acesso, menos gargalos e uma melhor distribuição dos serviços em todo o estado.

Materiais de Apoio

Confira capacitações, manuais e documentos de auxílio ao uso do sistema.

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Perguntas frequentes

Tire suas dúvidas sobre o uso da CORE Saúde MG.

Transição SUSfácilMG → CORE Saúde MG

A CORE Saúde MG substituirá totalmente o SUSfácilMG?
Sim. A Ferramenta CORE Saúde MG foi desenvolvida no âmbito do Projeto Estratégico Regulação 4.0 para modernizar os processos de regulação do acesso no Estado de Minas Gerais e, progressivamente, substituir o SUSfácilMG nos fluxos regulatórios sob gestão estadual. A substituição será planejada e gradual, garantindo segurança, continuidade do cuidado e capacitação dos usuários. Inicialmente, apenas urgência e emergência migram para a CORE (a partir de 19/05/2026), enquanto procedimentos eletivos permanecem no SUSfácilMG temporariamente.
O SUSfácilMG continuará disponível para consulta de histórico?
Sim, o SUSfácilMG continua disponível para consulta a laudo de pacientes cadastrados, bem como acesso aos relatórios, de modo a assegurar a rastreabilidade das informações, a continuidade da assistência e a consulta de registros anteriores quando necessário.

Perfis de acesso e usuários

Como será realizado o acesso à CORE Saúde MG?
O acesso à CORE Saúde MG será realizado por meio de login individual, por meio da conta gov.br, garantindo maior segurança, rastreabilidade e identificação nominal dos usuários. Cada profissional usa credenciais pessoais sem compartilhamento. Perfis são atribuídos conforme Resolução SES/MG nº 11.008/2026, com gestores de acesso incluindo SES/MG nível central, Coordenações Regionais, Secretarias Municipais e coordenadores de estabelecimentos.
Profissionais temporários poderão utilizar o sistema?
Sim. Profissionais temporários, contratados, plantonistas ou vinculados aos estabelecimentos de saúde poderão utilizar a CORE Saúde MG, desde que estejam devidamente cadastrados, autorizados e vinculados ao perfil correspondente às suas atribuições. A autorização observa a governança específica de cada ente ou instituição, garantindo permissões compatíveis com a função.
Como ocorrerá a vinculação ao estabelecimento?
A vinculação do usuário ao estabelecimento deverá ser realizada conforme a estrutura institucional cadastrada na ferramenta, considerando o CNES, o perfil do profissional e a unidade à qual ele está relacionado. Essa vinculação identifica corretamente a origem da solicitação, o estabelecimento executante, o NIR, a gestão municipal, a unidade regional e a área responsável.
Quem poderá autorizar acessos?
A autorização segue a lógica de responsabilidade institucional: cada ente ou instituição será responsável por validar os usuários vinculados à sua estrutura. A SES/MG autoriza seus perfis; as Unidades Regionais autorizam as Secretarias Municipais; as Secretarias Municipais validam seus usuários e coordenadores; os estabelecimentos validam os profissionais vinculados. Órgãos externos e supervisores de leitos são cadastrados exclusivamente pela SES/MG.

AIH, faturamento e internação

Como será emitida a AIH Principal?
A CORE Saúde MG prevê funcionalidades relacionadas ao registro da internação e à emissão da AIH Principal, de forma integrada ao fluxo regulatório. A emissão observa regras assistenciais, administrativas e de faturamento do SUS, com base em informações registradas na solicitação, autorização, aceite e efetivação. O autorizador municipal deve aceitar a AIH em até 72 horas após a emissão. Durante a transição, ainda será possível aceitar após o prazo sem perder a numeração.
Como funcionará a AIH subsequente e de longa permanência?
A ferramenta contempla a possibilidade de registro de informações relacionadas à continuidade da internação, incluindo situações que demandem AIH subsequente ou de longa permanência. O prestador solicita nova AIH com justificativa plausível, apreciada pelo autorizador municipal competente, que autoriza ou não.
Será possível alterar procedimento ou tipo de leito após a internação?
Sim. A CORE Saúde MG prevê funcionalidades para registro de alterações após a internação, incluindo mudança de procedimento, tipo de leito ou outras informações assistenciais relevantes. Essa funcionalidade é importante porque a condição clínica pode mudar durante a internação.
Como evitar impactos no faturamento?
Recomenda-se manter os registros atualizados, realizar a internação no momento adequado, preencher corretamente as informações assistenciais e administrativas, alinhar regulação, NIR, faturamento e gestão hospitalar, e emitir a AIH dentro dos prazos previstos.

Integração com sistemas hospitalares

Haverá interoperabilidade com AGHU, sistemas municipais e prontuários?
A interoperabilidade é uma diretriz importante do Projeto Regulação 4.0 e da Ferramenta CORE Saúde MG. A intenção é que, progressivamente, a ferramenta possa dialogar com outros sistemas utilizados por municípios, hospitais e serviços de saúde. As integrações ocorrerão gradualmente conforme a priorização técnica e institucional, com a primeira documentação prevista para junho de 2026.
O mapa de leitos poderá ser atualizado automaticamente?
A atualização automática é desejável em cenários com integração entre sistemas, mas, enquanto não implementada, depende de registro pelos usuários responsáveis. Mesmo com integrações futuras, podem existir pequenos intervalos entre a movimentação real do paciente no hospital e a atualização da informação na ferramenta.

Mapa de leitos

Como deve ocorrer a atualização do mapa de leitos?
O mapa de leitos deve refletir, da forma mais fidedigna possível, a ocupação real do estabelecimento de saúde. O estabelecimento mantém as informações atualizadas registrando ocupações, liberações, bloqueios e alterações de tipo de leito. Durante a transição, a CORE/MG bloqueia leitos reservados para eletivos conforme autorizações do SUSfácilMG.
O sistema diferencia leitos de urgência, emergência e eletivos?
A CORE Saúde MG foi estruturada para apoiar diferentes fluxos assistenciais, incluindo urgência e emergência e, progressivamente, fluxos eletivos. Atualmente, a SES/MG não dispõe de regras específicas para distinção, competindo ao regulador gerenciar a ocupação com base em solicitações do SUSfácilMG (eletivas) e da CORE (urgência).
O que fazer quando houver divergência temporária na ocupação?
Caso haja divergência temporária entre a ocupação real do estabelecimento e o mapa de leitos, a unidade deverá providenciar a atualização o mais rapidamente possível. Pequenos intervalos são compreensíveis em hospitais de grande porte, mas devem ser excepcionais, breves e corrigidos assim que identificados.

Fluxos assistenciais

Como funcionarão os fluxos de urgência e emergência?
No fluxo de urgência e emergência, a solicitação de acesso a leito hospitalar será cadastrada na CORE Saúde MG com informações clínicas estruturadas, possibilidade de anexação de documentos e indicação de prioridade conforme protocolo. A CORE/MG analisa o laudo considerando gravidade, prioridade, grade de referência pactuada e disponibilidade assistencial, encaminhando o caso ao estabelecimento, que registra ciência e segue o fluxo definido.
Como ficarão as cirurgias eletivas?
Durante o período de transição, o fluxo eletivo irá permanecer temporariamente no SUSfácilMG, até que o módulo seja disponibilizado junto à nova ferramenta. A CORE/MG fica responsável por bloquear leitos reservados para procedimentos eletivos conforme autorizações via SUSfácilMG.
Como funcionará a compra de leitos?
As situações de compra de leitos deverão seguir as regras vigentes no âmbito da Resolução SES/MG nº 10.834/2025, mantendo-se inalteradas as regras para formalização da compra após a transição da ferramenta.

Comunicação e acompanhamento dos casos

Como ocorrerá a comunicação entre CORE e NIR?
A comunicação entre a CORE/MG e os Núcleos Internos de Regulação (NIR) deverá ocorrer de forma organizada e registrada no fluxo da ferramenta, sempre que possível. Recomenda-se usar a aba "discussão de caso" disponível na CORE Saúde MG para reduzir comunicações paralelas e qualificar o acompanhamento.
Existirá chat ou ferramenta de discussão de casos?
A ferramenta contempla funcionalidades de comunicação e acompanhamento dos casos, conforme os módulos disponíveis e as etapas de implantação. Espaços estruturados apoiam a discussão de pendências e esclarecimentos. Quando disponível, prioriza-se a comunicação na ferramenta pela rastreabilidade.
Como o estabelecimento será notificado?
O estabelecimento de destino será cientificado pela ferramenta quando houver encaminhamento de solicitação sob sua responsabilidade. A CORE/MG prevê prazo para ciência: até 60 minutos no fluxo de urgência e emergência, conforme regra operacional, para qualificar a resposta e reduzir atrasos.

Relatórios e monitoramento

Será possível emitir relatórios mensais?
A CORE Saúde MG irá dispor de relatórios de dados para exportação, bem como painéis para análise de dados em breve. A disponibilização da funcionalidade está prevista para o mês de junho de 2026.

Segurança da informação e proteção de dados

Como será garantida a segurança das informações?
A CORE Saúde MG foi desenvolvida de modo a observar diretrizes de segurança da informação, rastreabilidade de acessos, autenticação individual e controle de perfis. Cada ação associa-se ao usuário responsável, permitindo transparência, auditoria e responsabilização institucional.
Como serão tratados os dados pessoais e sensíveis dos pacientes?
Os dados pessoais e sensíveis deverão ser tratados exclusivamente para as finalidades relacionadas à regulação do acesso, assistência à saúde, gestão do SUS, auditoria, monitoramento e cumprimento de obrigações legais. O acesso é limitado a usuários autorizados conforme função institucional e necessidade no caso.

Responsabilidades dos estabelecimentos e gestores

Quais são as principais responsabilidades dos estabelecimentos de saúde?
Os estabelecimentos devem manter o mapa de leitos atualizado, registrar corretamente as internações, dar ciência às solicitações dentro do prazo, atualizar informações sobre altas, bloqueios, transferências e mudanças de leito, garantir o cadastro correto de usuários, evitar o compartilhamento de senhas, preencher informações clínicas e administrativas com qualidade, anexar documentos quando necessário e acompanhar as solicitações sob sua responsabilidade.
Quais são as responsabilidades dos municípios?
Os municípios organizam os usuários sob sua gestão, apoiam os estabelecimentos da rede, acompanham os fluxos regulatórios e garantem o alinhamento entre gestão municipal, serviços solicitantes, NIR e regulação estadual. Também participam de capacitações, validação de acessos, pactuação de fluxos e acompanhamento de indicadores.
Quais são as responsabilidades da CORE/MG?
A CORE/MG será responsável por conduzir a regulação estadual do acesso, analisar solicitações, observar protocolos e grades de referência, encaminhar casos conforme prioridade e disponibilidade assistencial, apoiar a organização dos fluxos e monitorar o funcionamento da rede regulada.

Uso de inteligência artificial

A CORE Saúde MG utilizará inteligência artificial?
Sim. O Projeto Regulação 4.0 prevê o uso de inteligência artificial como instrumento de apoio à modernização da regulação do acesso. A IA pode contribuir para automação inteligente, apoio à priorização, identificação de inconsistências, análise de dados e capacidade preditiva, mas as funcionalidades ainda não foram implementadas.
A inteligência artificial substituirá o trabalho médico ou da equipe reguladora?
Não. A inteligência artificial não substitui a atuação médica, técnica ou administrativa das equipes de regulação. Seu papel é apoiar a decisão, qualificar informações, reduzir tarefas repetitivas e auxiliar na identificação de prioridades. A decisão regulatória continua dependendo de avaliação profissional conforme protocolos e critérios clínicos.

Capacitação e suporte

Haverão novas capacitações para uso da ferramenta?
Sim. Um novo cronograma de capacitações será divulgado a partir do mês de junho de 2026.
Como os usuários poderão esclarecer dúvidas após a implantação?
Dúvidas podem ser direcionadas pelo e-mail suporte.core@saude.mg.gov.br ou pelo WhatsApp (31) 3215-7251. Também estão disponíveis manuais, capacitações gravadas, comunicados oficiais e orientações complementares. Entre 25/05 e 29/05 haverá plantões síncronos de dúvidas.

Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais

Core Saúde MG. Modernização, equidade e inovação na regulação do SUS.

Contatos de suporte:
Fone: (031) 3215-7251 | E-mail: suporte.core@saude.mg.gov.br

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